Sobre mim
| No meio do cerrado havia uma escola técnica |
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| Ter, 20 de Janeiro de 2004 16:37 |
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Texo de Jader de Melo Rodrigues* "Uma vez , o caminhão do Instituto de Menores [1] estava com o motor de arranque defeituoso. O jovem Salvador desmontou o "bicho" todo cuidadosamente, peça por peça, depois desenhou o seu diagrama elétrico. Seguindo o desenho, restaurou o funcionamento do equipamento sem ter recebido qualquer treinamento sobre o assunto. Em um outro momento escrevi sobre criatividade. E agora eu vou falar outra vez sobre este assunto. Produto cada vez mais raro atualmente. Desta vez dedico este texto ao meu tio Salvador [2] .Uma pessoa que merece admiração, respeito, não só da sociedade dianopolina, mas dos órgãos oficiais de educação do Estado do Tocantins, pelos benefícios que ele proporcionou à população dianopolina. Ele merece reconhecimento por ter usado sua inteligência, habilidade e técnica para bem do progresso com responsabilidade. Educou, treinou e deu oportunidade de emprego. Gerou e descobriu talentos escondidos nos garotos vindos do sertão para a cidade. Tornou-se um mestre com preocupação social iniciada muito antes de estar na Seus ex-alunos tornaram-se concorrentes. Porque depois de aprenderem a profissão, construíram sua própria oficina, disputando com ele os mesmos clientes. Isso não era motivo de preocupação. O Mestre não se intimidava. Outros continuaram aprendendo, mecânica, eletricidade, refrigeração, pintura, e eletromecânica. Muitas famílias foram e continuam sendo sustentadas com os resultados dos seus ensinamentos profissionais. Temos a cultura de falar mal das pessoas. De sempre dar valor ao lado negativo do nosso semelhante. Cometemos erros que nós mesmo condenamos. Também é muito comum tecermos comentários elogiosos aos mortos e há resistência em fazemos elogios aos irmãos, amigos e filhos quando eles ainda estão vivos. Chega de homenagens póstumas. * É acadêmico do curso de Administração pelo Universidade Federal de Rondônia. |



