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| Ditadores: Pode chover e relampejar, mas eu não largo não |
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| Seg, 20 de Junho de 2011 07:09 |
Pode chover, relampejar e o céu cobrir de bomba em Tripoli, mas Khadafi continua lá, firme, forte e não quer saber de largar o osso do poder. O tal do Bashar al-Assad, já mandou matar milhares de cidadãos na Síria, na tentativa de acabar com os protestos. O fulano lá também de nome complicado, o tal Ali Addullah Saleh, que esteve no poder desde que Sarney chupava pirulito, apesar da grande agitação vivida no país, lutou até onde pode para não largar o osso. Sem contar ainda, o que a história nos ensina sobre José Estaline, Mao, Saddam Hussein, Adolf Hitler e Salazar. Nos dias de hoje, temos ainda, outros feras do ramo. O “líder supremo” da Coreia do Norte, por exemplo, Kim Jong Il. Ele está no cargo de autoridade máxima do país há 16 anos e herdou o posto do pai. E o Robert Mugabe, que foi o único presidente da história do Zimbábue, tá no poder a mais tempo que Hebe Camargo na televisão. O pior é que ele ainda é considerado pela população local, como um verdadeiro herói que lutou pela libertação do continente. Qualquer semelhança com outros ditadores, é mera coincidência... No Mianmar, que é um país mais fechado que boca de menino na hora te tomar remédio, quem comanda é outro cara de nome difícil, o tal do Than Shwe. Temos ainda, alguns amiguinhos do ex-presidente Lula, como o controverso presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, na China o tal Hu Jintao, o mais polêmico de todos, Hugo Chaves da Venezuela e José Eduardo dos Santos, presidente angolano que tá no cargo desde que eu nasci, lá em meados de 1980. Recentemente, ele mudou a Constituição para se perpetuar ainda mais no poder. Já tô vendo que vou morrer e ele e Sarney ainda continuarão no poder.Em alguns sites, como o da cultura livre, agente encontra uma lista enorme de governantes com o mesmo perfil desses já citados acima e curiosamente, todos eles, são de nome complicado. Será que há alguma relação em ter nome difícil e ser ditador? Deixa pra lá! São eles: Teodoro Obiang Nguema Mbasogo, da Guiné Equatorial, que tá no poder desde que Chico Anísio contou sua primeira piada. Hosni Mubarak, do Egito, com 29 anos de poder, Yahya Jammeh, da Gâmbia, é ainda menor de idade, pois só tem 16 anos que está no poder. Blaise Compaoré, de Burkina Fasso... uuffaa! Tem só 23 anos no poder. Yoweri Museveni, de Uganda, está no poder a 23 anos e meio, isso é para não pronunciar aqui o número 24. Paul Kagame, de Ruanda, com uma dezena de tirania, Raúl Castro, de Cuba, que está dando seqüência à dinastia Fidel. Aleksandro Lukashenko, de Belarus, também não atingiu a maior idade, com 16 de ditadura; Paul Biya, de Camarões, com 28 anos no mandando. Estes e muitos outros, são tidos como os “grandes” ditadores do mundo. Só que o grande problema é que existem ainda, nas esferas políticas nacionais, os pequenos ditadores. O mais incrível, é que quanto mais pobre é a região, mais fácil se perpetua uma dinastia política. No Brasil, o mais famoso de todos, entre os grandes e os filhotes, foi Getúlio Vargas, idolatrado por uns e detestado por outros. Isso se dá, devido a ele ter transitado na história política do Brasil, ditando coisas boas e ruins. Quase todos eles sofrem ou sofreram o aumento de suas loucuras, à mediada que iam ou vão envelhecendo. Os ditadores, iniciantes, grandes e pequenos, utilizam-se de métodos que se assemelham muito com os dribles de Robben, aquele jogador de futebol da Holanda. Todo mundo sabe para que lado ele irá conduzir a bola, mas ainda assim, os zagueiros levam olé dele. Esses tipos de líderes políticos fazem o povo crer que eles estão ao lado do povo e aos poucos, vão elevando sua popularidade. Adoram desrespeitar uma ou outra lei e não gosta de ser contestado de modo algum. Com o passar dos anos, o povão vai se iludindo tanto com os discursos, que por sinal são manjados, e com algumas benesses, que vão deixando passar os “maus comportamentos” e vão efetivando os malacas no poder. Quando o povo percebe(acorda), muitas vezes, já não tem mais volta. Hitler mesmo, sempre foi adorado pelos alemães e, no poder, foi quem mais confirmou aquela tese de que o “povo gosta mesmo é de sofrer”. Quanto mais gente ele ia matando, mais era reverenciado. Grande parte desses líderes, adoram falar de Deus e da pobreza, mas no fundo, gostam mesmo e de viver na riqueza. Para muitos, não existe um simples prédio de Governo, mas sim, um “palácio”. Quando você viaja por pequenos municípios, igual alguns aqui do Tocantins, é comum agente ver pequenos Palácios onde deveria haver apenas uma simples prefeitura. Sem contar que a regra que impera é sempre a mesma: “a casa mais pomposa da cidade é a do prefeito!”. Em suma, agente vai observando que muito antigamente, os ditadores abraçavam o poder pela via militar, pela força, atualmente, as armas são os partidos políticos e as chamadas bancadas, seja ela governista ou oposicionista. Geralmente eles sempre vivem sob o jugo do poderio de apenas um. Um ditador não é somente aquele que suprime a participação popular, pois existem os que fazem uso do populismo, detendo em suas mãos o poder, vão conduzindo as pessoas de forma cega, sem noção alguma da verdadeira condição de submissos. A pseudo democracia brasileira, ou melhor, a nova ditadura, modifica a forma de governar, não pela força, mas pelo medo, pelas esmolas (planos sociais, assistencialismos, carisma), conseguindo assim, através da “lavagem cerebral, a manutenção, o domínio político e o controle das demais instituições do Estado. Um país que deseja mesmo erguer a bandeira democrática, jamais pode aceitar que um governante possa se candidatar à reeleição e/ou declarar apoio a nenhum candidato em especifico. Principalmente se for filho ou esposa. Quando isso acontece, reeditamos as formas mais simples e claras de promover as familiocracias, as ditaduras, nepotismos, despotismos, absolutismos, tiranias e autocracias em nosso meio. Mas mesmo assim, dentre tantos maus exemplos, vimos recentemente piscar uma pequena luz na escuridão, onde o senado brasileiro apoiou o fim da reeleição. Veremos até onde iremos. |




Pode chover, relampejar e o céu cobrir de bomba em Tripoli, mas Khadafi continua lá, firme, forte e não quer saber de largar o osso do poder. O tal do Bashar al-Assad, já mandou matar milhares de cidadãos na Síria, na tentativa de acabar com os protestos. O fulano lá também de nome complicado, o tal Ali Addullah Saleh, que esteve no poder desde que Sarney chupava pirulito, apesar da grande agitação vivida no país, lutou até onde pode para não largar o osso. Sem contar ainda, o que a história nos ensina sobre José Estaline, Mao, Saddam Hussein, Adolf Hitler e Salazar. Nos dias de hoje, temos ainda, outros feras do ramo. O “líder supremo” da Coreia do Norte, por exemplo, Kim Jong Il. Ele está no cargo de autoridade máxima do país há 16 anos e herdou o posto do pai. E o Robert Mugabe, que foi o único presidente da história do Zimbábue, tá no poder a mais tempo que Hebe Camargo na televisão. O pior é que ele ainda é considerado pela população local, como um verdadeiro herói que lutou pela libertação do continente. Qualquer semelhança com outros ditadores, é mera coincidência... No Mianmar, que é um país mais fechado que boca de menino na hora te tomar remédio, quem comanda é outro cara de nome difícil, o tal do Than Shwe. Temos ainda, alguns amiguinhos do ex-presidente Lula, como o controverso presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, na China o tal Hu Jintao, o mais polêmico de todos, Hugo Chaves da Venezuela e José Eduardo dos Santos, presidente angolano que tá no cargo desde que eu nasci, lá em meados de 1980. Recentemente, ele mudou a Constituição para se perpetuar ainda mais no poder. Já tô vendo que vou morrer e ele e Sarney ainda continuarão no poder.